quinta-feira, 30 de julho de 2009

OFICINA DE ATORES - TURMA DE TERÇA

Nossos Mestres
(Jair Aguiar e Antônio Netto)
Da esquerda para a Direita
(Eu, Sasha e Luh Ozan)


Da esquerda para a Direita
(?, Léo, Alê, Eu, Luh e Gibson)



TBC - Teatro Brasileiro de Comédia


Teatro Brasileiro de Comédia (TBC') foi um importante teatro brasileiro, localizado na cidade de São Paulo, na rua Major Diogo. Foi fundado em 1948, pelo industrial italiano Franco Zampari.
Depois de se tornar referência e ser um grande teatro brasileiro, passou por várias crises e ficou fechado em alguns períodos. Há alguns anos foi reformado e voltou a atuar, até ser fechado novamente.

Durante as várias fases por que passou e durante os anos em que existiu como companhia estável, de 1948 a 1964, o palco do TBC chegou a ter o melhor elenco do país, em que se distinguiam: Cacilda Becker, Tônia Carrero, Fernanda Montenegro, Cleyde Yáconis, Nydia Lícia, Nathalia Timberg, Tereza Rachel, Paulo Autran, Sérgio Cardoso, Jardel Filho, Walmor Chagas, Ítalo Rossi e muitos outros. A encenação estava confiada a europeus e, em certos momentos, até quatro deles se alternavam nas montagens: Adolfo Celi, Luciano Salce, Ruggero Jacobbi, Ziembinski, Flaminio Bollini Cerri, Maurice Vaneau, Alberto D'Aversa e Gianni Ratto.

As premissas eram a implantação de um teatro de equipe, em que todos os papéis recebiam o mesmo tratamento, e se valorizavam igualmente a cenografia e a indumentária, a cargo de Aldo Calvo, Bassano Vaccarini, Tulio Costa, Gianni Ratto e Mauro Francini; e a política do ecletismo de repertório, revezando-se no cartaz Sófocles, John Gay, Goldoni, Strindberg, Bernard Shaw, Pirandello, Tennessee Williams, Arthur Miller, Sauvajon, Sardou, Roussin, Barillet e Grédy, Jan de Hartog e André Mirabeau, entre muitos outros.

Um desdobramento do TBC foi a criação da Companhia de Cinema Vera Cruz, cujos galpões em São Bernardo do Campo abrigaram inúmeras produções nacionais, algumas premiadas internacionalmente.

O TBC consolidou a renovação estética do espetáculo brasileiro, iniciada pelo grupo amador carioca de Os Comediantes, e tornou-se a origem de outros conjuntos dele desdobrados, como a Companhia Nydia Lícia-Sérgio Cardoso, a Companhia Tônia-Celi-Autran, o Teatro Cacilda Becker e o Teatro dos Sete. Maria Della Costa, enquanto aguardava a construção de sua casa de espetáculos, passou por ele, e adotou no Teatro Popular de Arte os mesmos princípios.
Acusado de certo conservadorismo, tanto na encenação quanto na escolha de seus textos, além de certo privilégio a uma cultura oficial que mantinha laços com a burguesia dominante, o TBC entrou em sua última fase, alterando suas diretrizes. Passou a confiar as encenações aos brasileiros Flávio Rangel e Antunes Filho, além do belga Maurice Vaneau, e o repertório privilegiou os dramaturgos nacionais Dias Gomes, Jorge Andrade e Gianfrancesco Guarnieri, quando, antes, o autor da casa havia sido Abílio Pereira de Almeida.

José Celso Martinez Corrêa, conhecido como Zé Celso.


É uma das figuras mais importantes ligadas ao teatro brasileiro. Destacou-se como um dos principais diretores, atores, dramaturgos e encenadores do Brasil.
Seu trabalho, encarado às vezes como orgiástico e antropofágico, iniciou-se no final da década de 50, e se definiu na década de 1960 quando Zé Celso liderou a importante Teatro Oficina − grupo amador formado quando integrava a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo − onde apresentava sua inquietude e irreverência, realizando trabalhos de cárater inovador. Nessa época, destacam-se as encenações de Pequenos Burgueses (1963) − peça que enfoca a Rússia às vésperas de sua Revolução e evidencia numerosos pontos de contato com a realidade nacional anterior ao golpe militar de 1964 −, O Rei da Vela (1967) − espetáculo-manifesto tornado emblema do movimento tropicalista − e Na Selva das Cidades (1969), obra de Bertolt Brecht que trata da profunda crise que atravessava o país e a equipe artística. Pequenos Burgueses, embora suspenso em abril de 1964 por autoridades militares que acabavam de tomar o poder, rendeu à José Celso todos os prêmios de melhor direção do ano e as críticas colocaram a produção como a mais perfeita encenação stanislavskiana do teatro brasileiro; a apresentação retornou aos palcos no mês seguinte.

Interessado em eventos culturais, artísticos e políticos, Zé Celso atualmente (aos 70 anos) se intercala entre o cinema e o teatro: trabalhou em Encarnação do Demônio (2007), de José Mojica Marins (lançado em 2008), dirige e atua em inúmeras peças teatrais, ainda comandando o Teatro Oficina, mesmo depois de cinquenta anos − como em Santidade (2007). Por experimentar formas ousadas de se realizar uma peça teatral, Zé Celso já se viu entre críticas sensacionalistas. Num caso mais recente, sua peça Os Sertões, quando montada em 2005 em Berlim, Alemanha, causou polêmica na capital pelo fato dos atores ficarem nus em determinadas cenas. A imprensa sensacionalista alemã apelidou a montagem de “teatro pornô”. Há 26 anos, seu grupo Teatro Oficina luta contra o Grupo Silvio Santos. Embora José afirme que sua relação com Silvio Santos seja boa, não quer que o espaço do teatro seja vendido para o empresário que deseja construir um shopping center no terreno. Nesse embate, Celso já ganhou apoio de nomes como Milton Santos e Marilena Chauí.

Trabalhando − seja dirigindo, adaptando, ou realmente numa colaboração − com nomes que vão de Augusto Boal, Henriette Morineau, Raul Cortez, Bete Coelho e Flávio Império à Chico Buarque, William Shakespeare, Nelson Rodrigues, Max Frisch, Bertolt Brecht e Máximo Gorki, Zé Celso construiu um dos mais originais percursos dos palcos brasileiros. Com a realização de Vento Forte Para um Papagaio Subir (2008) − de sua própria autoria e montada primeiramente em 1958 − Celso prova que, mesmo com setenta anos, ainda está com a criatividade e disposição em vigor.

Constantin Stanislavski

Foi um ator, diretor, pedagogo e escritor russo de grande destaque entre os séculos XIX e XX .
Desde pequeno Stanislavski tinha contato com todos os tipos de artes, pois nascera em família rica, sua primeira apresentação ocorreu quando ainda tinha sete anos em um teatro que seu pai mandara construir em sua casa. Neste local, também conhecido como Círculo Alexeiev, aconteciam vários encontros com atores, diretores, músicos, artistas plásticos entre outros conhecidos em Moscou e em demais localidades. Após os casamentos na família, esses encontros começaram a ficar mais raros.

Em 1888, Stanislavski fundou a Sociedade Literária de Moscou, no qual passa a estudar a arte teatral com grandes personalidade da época, como o diretor Fiédotov. Este empreendimento não teve muito sucesso, principalmente no aspecto financeiro que levou Stanislavski a arcar sozinho com as despesas.

Após trocar correspondências com Vladímir Ivânovitch Niemiróvitch-Dântchenco (1858 – 1943), escritor e professor de arte dramática na Filarmônica de Moscou; iniciou no dia 22 de junho de 1897, às 14h; no Slaviánski Bazar (Mercado Eslavo, nome de um restaurante), não só um conversa histórica, mas um diálogo, de um empreendimento, que marcaria o teatro no século XX: o Teatro de Arte (ou Artístico) de Moscou Acessível a Todos, que depois passaria a ser conhecido como o Teatro de Arte de Moscou.

Foi neste local que Stanislavski, durantes anos, teve a oportunidade de testar métodos e técnicas no trabalho de preparação do ator. Muito desses foram deixados de lados e outros aprofundados. Estes seus estudos geraram o conhecido Sistema Stanislavski.
O Sistema Stanislavski
Quando começou a atuar, Stanislavski estava às voltas com duas formas distintas de representação, que marcaram a evolução desta arte no século XIX: o teatro tradicional (bastante estilizado, onde o ator exibia gestos nada realistas) e a técnica recém-surgida de representação realista.
O diretor observou, então, os grandes atores de seu tempo, além de contar com as próprias experiências. Constatou que aqueles intérpretes agiam de forma natural e intuitiva – mas que nada havia capaz de traduzir suas atuações em palavras, que fosse capaz de perpetuar aquele conhecimento. Resolveu, portanto, criar um sistema que, com o seu nome, passou às gerações futuras e ainda hoje serve de base para a formação de todo bom ator.
O núcleo deste sistema está na chamada “atuação verossímil”, uma série de técnicas e princípios que hoje são considerados fundamentais para o desempenho do ator.
Ao contrário da percepção de naturalidade que observara, descobriu que a atuação realista era, em verdade, muito artificial e difícil - e que somente seria adquirido mediante uma série de estudos e práticas, que compilou.
Ele disse:

Todos os nossos atos, mesmo os mais simples, aqueles que estamos acostumados em nosso cotidiano, são desligados quando surgimos na ribalta, diante de uma platéia de mil pessoas. Isso é por que é necessário se corrigir e aprender novamente a andar, sentar, ou deitar. É necessário a auto-reeducação para, no palco, olhar e ver, escutar e ouvir.


Influência e desenvolvimento do "Sistema"
Stanislavski também influiu na ópera moderna, e impulsionou os trabalhos de escritores como Máximo Gorki e Anton Tchecov. Em 1905 funda o Teatro Estúdio (Moscou), que será dirigido por Meyerhold (Meyerhold, Alberto Editor, pg 119).

Seu sistema, também chamado de Método da Ação Física, teve diversos seguidores, nas várias fases em que foi desenvolvido. Um de seus alunos (Richard Boleslavski), fundou em 1925 o "Laboratório de Teatro", nos Estados Unidos. Esta iniciativa, baseada apenas na chamada "memória emotiva", causou grande impacto no teatro americano, mas a técnica de Stanislavski evoluiu ainda mais.

Stella Adler foi a única norte-americana que estudou com Stanislavsky, seguindo o Método de Ações Físicas (em Paris, durante 5 semanas no ano de 1934). Adler apresentou o novo método a outro teórico da representação, Lee Strasberg, que o rejeitou - motivo pelo qual Adler declarou que ele "entendeu tudo errado"...

De 1934, ano em que Adler estudou com ele, até sua morte em 1938, Stanislavski continuou no desenvolvimento de seu sistema, acrescentando novas idéias e reforçando as já desenvolvidas.
Legado e atores
Desde o Actors Studio, em Nova Iorque, a muitos outros mundo afora, as técnicas de Stanislavski seguem preparando grandes atores.
Um bom exemplo, popularizados nas telas cinematográficas, temos em: Jack Nicholson, Marilyn Monroe, James Dean, Marlon Brando, Montgomery Clift, Steve McQueen, Paul Newman, Warren Beatty, Geraldine Page, Dustin Hoffman, Robert De Niro, Al Pacino, Jane Fonda e muitos mais. Mais recentemente temos Benicio Del Toro, Mark Ruffalo, Johnny Depp e Sean Penn.
Charlie Chaplin disse, sobre Stanislavsky:

O livro de Stanislavski, "A preparação do ator", pode ajudar todas as pessoas, mesmo longe da arte dramática."

Stanislavski lutou por facilitar o trabalho do ator. Mas, acima de tudo, declarou:

"Crie seu próprio método. Não seja dependente, um escravo. Faça somente algo que você possa construir. Mas observe a tradição da ruptura, eu imploro."

Jerzy Grotowski


Figura central no teatro do século XX, principalmente no teatro experimental ou de vanguarda.


Seu trabalho mais conhecido em português é "Em Busca de um Teatro Pobre", onde postula um teatro praticamente sem vestimentas, baseado no trabalho psico-físico do ator. A melhor tradução de "teatro pobre" seria teatro santo ou teatro ritual. Nele Grotowski leva as últimas conseqüências as ações físicas elaboradas por Constantin Stanislavski, buscando um teatro mais ritualístico, para poucas pessoas. Um dos seus assistentes e responsável pela divulgação e publicação de seus trabalhos é o hoje famoso teatrólogo Eugenio Barba.


Fundamentos de um teatro pobre


Em seu livro podem ser encontrados os dez princípios dos estudantes de seu teatro laboratório. Grotowski escreveu este texto para uso interno. Abaixo alguns trechos:
"(...) fazemos um jogo duplo de intelecto e instinto, pensamento e emoção; tentamos dividir-nos artificialmente em corpo e alma. (...) Em nossa busca de liberação atingimos o caos biológico."
" A arte não é um estado da alma (no sentido de algum momento extraordinário e imprevisível de inspiração), nem um estado do homem (no sentido de uma profissão ou função social). A arte é um amadurecimento, uma evolução, uma ascensão que nos torna capazes de emergir da escuridão para uma luz fantástica "
" como o material do ator é o próprio corpo, esse deve ser treinado para obedecer, para ser flexível, para responder passivamente aos impulsos psíquicos, como se não existisse no momento da criação - não oferecendo resistência alguma. A espontaneidade e a disciplina são os aspectos básicos do trabalho do ator, e exigem uma chave metódica "


O "teatro pobre" de Grotowski


Segundo Grotowski, o fundamental no teatro é o trabalho com a platéia, não os cenários e os figurinos, iluminação, etc. Estas são apenas armadilhas, se elas podem ajudar a experiência teatral são desnecessárias ao significado central que o teatro pode gerar.
O pobre em seu teatro significa eliminar tudo que é desnecessário, deixando um ator ou atriz vunerável e sem qualquer artifício. Na Polônia, seus espetáculos eram representados num espaço pequeno, com as paredes pintadas de preto, com atores apenas com vestimentas simples, muitas das vezes toda em preto.
Seu processo de ensaio desenvolvia exercícios que levavam ao pleno controle de seus corpos para desenvolver um espetáculo que não deveria ter nada supérfluo, também sem luzes e efeitos de som, contrariando o cenário tradicional, sem uma área delimitada para a representação.
A relação com os espectadores pretendia-se direta, no terreno da pura percepção e da comunhão. Se desafia assim a noção de que o teatro seria uma síntese de todas as artes, a literatura, a escultura, pintura, iluminação, etc...


Grotowsky no Brasil

O crítico carioca Yan Michalski descreve, na apresentação brasileira da terceira edição de "Em Busca de um Teatro Pobre", a passagem do diretor polonês no país em 1974. Afirma Michalski que, em todas as conversas e pronunciamentos naquela época, Grotowski insinuou que a parte teatral daquele livro não mais o interessava, e não representava seu pensamento, que ele pessoalmente não estava mais interessado em teatro. Que em seu novo livro "Dia Santo", publicado naquela época, não tratava mais de teatro mas sim de encontros, reuniões de pequenos grupos de pessoas que conviveriam durante alguns dias, dedicando-se apenas a exercícios não verbais, em busca de uma forma privilegiada de contato não verbal, desenvolvendo suas capacidades espirituais e meditações. As técnicas teatrais eram usadas nesses encontro apenas para desencadear energias no plano espiritual. Mesmo assim Michalski revalidava a importância do livro pelas colocações teórico-práticas de formação do ator.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Homenagem ao Michael


Não há como não se abalar com o que todos nós vimos recentemente na TV. A incredulidade toma conta de todos aqueles que ligam o rádio e ouvem as músicas dele, tocadas agora mais do que nunca, precedidas por essa informação que é dura de aceitar, mas verdadeira: Michael Jackson morreu.

À medida que o tempo passa, mais nos damos conta de que os ícones estão nos deixando com uma rapidez cruel. Os Beatles eram quatro, hoje só restam dois. Das formações originais das melhores bandas de rock de todos os tempos, permanecem poucos dos ídolos que fizeram gerações sonharem – fica o Queen sem o Freddie Mercury, The Doors sem Jim Morrison, e por aí vai. Na Música Popular Brasileira, não há mais a presença de Nara Leão, Elis Regina, Cartola, Vinícius, Baden... depois, se foi o Tom Jobim - e foi covardia. E a gente se pergunta o que vai ser de nós quando não tivermos mais o Chico Buarque e a Maria Bethânia, da mesma maneira que ninguém aqui quer que o Jimmy Page e o Robert Plant parem, ou que o Paul Mccartney deixe uma lacuna enorme no cenário da música (boa) mundial – até porque, sem essas figuras no nosso mundo, quem vai sucedê-los?

Um dos ídolos mais interessantes no mundo das artes em geral era o Michael Jackson. Esse sim: muitos de nós já pensamos como será quando soubermos que o Rei do Pop morreu. Dos mais fãs aos mais indiferentes, não há como negar que ele mexeu um pouco com cada pessoa aqui. Vc pode não gostar do som dele, mas não pode negar que já ouviu "Beat It" numa festa. Negue que vc curtiu o clipe de "Thriller" ou que já namorou alguém ao som de "Ben". Quem há de dizer que o estilo inconfundível desse grande astro, na dança, na canção, nos vídeos memoráveis e em performances sem igual, não nos roubou ao menos alguns minutos de atenção? E, obviamente, quem aqui não prestou atenção em suas manias, esquisitices, bizarrices e escândalos que, ainda que tenham tido tanta força, nunca foram maiores do que o artista e sua obra?

Michael Jackson não só não passou despercebido como virou referência de excelência em música, espetáculo e criação. Virou sinônimo de algo gigante, do ápice a que muitos tentam chegar e não conseguem, haja visto que nem todo mundo tem o seu talento inigualável. Quando estamos muito populares, numa festa cheia de amigos nos celebrando, dizemos que nos sentimos “o Michael Jackson”. Um artista com a casa cheia e depois de um show ótimo vai pensar: “hoje me senti como o Michael Jackson”. O criador de uma dança irada, de um clipe sensacional, de uma canção maravilhosa, de uma performance fantástica, vai se remeter à figura do Rei do Pop e lembrar dele como padrão – e muitas vezes como meta. Como ele dançou, como ele cantou, o que ele fez. Falem mal de sua cabeça maluca, questionem suas plásticas e o suposto vitiligo... mas não se esqueçam que ninguém fez nada parecido no século XX. Não esqueçam que a partida desse grande astro deixa uma lacuna que jamais será preenchida... e nós, que pudemos ver alguns de seus feitos em tempo real, podemos dizer a nossos filhos e netos que pertencemos a uma geração que viu o artista brilhar.

O que mais gosto na história de Michael Jackson é pensar que sua obra foi maior que sua tragédia pessoal. Não quero evocar nada acerca de todas as coisas bizarras e tristes que marcaram sua passagem por essa terra e que o transformaram, rapidamente, em uma figura solitária, infeliz e muitas vezes insana.

Entendam uma coisa: quando quem parte é o bom artista, tudo que dele fica é sua bela obra e a lembrança de todo seu grande talento.


(Por: Rafael Cortez)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Projetos e mais Projetos

Ontem foi o meu primeiro dia na turma de terça-feira, da Oficina de Atores.

Flash-Back: entrei na Oficina a três meses, minha turma era do horário das 15h. Mas para se ter um bom desenvolvimento de cena e exercícios é muito importa haver compatibilidade entre os alunos. O que não ocorreu com esta minha primeira turma, pois eu os achei meio distantes e não rolou aquilo que muito se diz nos BBB da vida, "afinidade". Como eu já havia reposto uma aula na primera turma de sábado, eu já sabia como eles eram. NOTA 1.000. Conversei com o meu diretor e consegui ser transferido.

O fato é que eu fui escalado para fazer parte das Noites do Terror do Playcenter de 2009. Com isso eu tive não só que sair da montagem O Mambembe, como também me transferir novamente de turma, pois os horários da Oficina estavão chocando com os do evento.

Fiquei muito apreensivo porque eu não sabia como seria esta nova turma, medo da tal "afinidade". E fiquei muito feliz ao constatar que eles são Dez. Será muito gostoso trabalhar com aquele pessoal. Galera experiente e gente boa demais.

E para ficar ainda mais gostoso, minha miguxa Manú se matriculou ontem na Oficina e foi dez!



Quanto a minha participação no evento do parque, infelizmente não posso dizer muita coisa. Ou melhor, não posso dizer nada a respeito. O que eu posso adiantar é que o evento este ano estará SHOW!!! Está sendo desenvolvido um trabalho nota mil. O elenco está muito bacana, o figurino (exceto o meu) muito dez!

Não fiquei muito empolgado com o meu figurino, porque eu estou com tanta garra para fazer o evento e dar tudo de mim...que fiquei decepcionado quando vi que eu usarei um capacete. Pois é, ninguém vai me reconhecer. Infelizmente não posso dizer que personagem é este, mas enfim...estou abdicando de muitas coisas, fazendo um sacríficio enorme para o evento e esperava pelo menos ter uma maquiagem legal e etc. Mas como dizem, quem está na chuva é para se molhar! Então vamos lá e bola pra frente! Ainda assim darei tudo de mim.



Mas acreditem, este ano o evento está de arrepiar.

Quanto a minha peça, ela ficará somente para outubro. Sábado tivemos a finalização da primeira etapa da Oficina e saí de lá com um gostinho de estréia. Mas Deus sabe o que faz! Com este adiamento, ficarei ainda mais preparado para a 1º montagem. É isso!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Ateliê do Ator



Participe da Comunidade do Orkut Ateliê do Ator, que tem o propósito de se tornar o principal Mural de Oportunidades para Atores e Modelos.

Participe das pesquisas e dos temas em debate.

Link:http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=90460156

CACTO DIA 10/06 NO CENTRO CULTURAL DE MOGI MIRIM


quarta-feira, 22 de abril de 2009

COMERCIAL TELE SENA - DIA DAS MÃES

Está aí mais um dos meus trabalhos. Neste 1º vídeo, eu apareço rapidamente atrás dele de camiseta roxa com listras brancas, no memonto em que ele fala sobre as casas.